História do quadro eléctrico
Em Portugal, é preciso recuar ao século XIX, em Cascais, no aniversário do príncipe D.Carlos, altura em que se dá a primeira experiência de electrificação do país, com a iluminação pública.
O sucesso foi tal, que já se faziam excursões, para ver tal fenómeno. Agora a iluminação a gás tinha sido substituída pela iluminação elétrica e já não havia o cheiro desagradável pelas ruas de Lisboa.
Foi só por altura do Estado Novo, que se massificou a produção de energia eléctrica, sobretudo atrávés da construção de barragens e centrais hidroeléctricas.
O desenvolvimento das zonas urbanas, com a construção de nova habitação e a massificação da produção de energia, potenciaram a chegada de electricidade às habitações e à introdução de quadros eléctricos nas mesmas.
Começou o desenvolvimento de quadros eléctricos, talvez não como os conhecemos hoje, mas o seu objectivo era o mesmo: um meio de distribuir a energia recebida do exterior de forma organizada para um local/instalação.
Ao receber essa energia a mesma é canalizada, através de circuitos, para cada destino, também designado como ponto de consumo (Lâmpadas, tomadas, ventiladores, máquinas, variadores, etc).
Os layouts dos quadros, foram evoluindo muito ao longo do tempo. Desde a produção dos componentes em pedra e cerâmica, ao fabrico em chapa em serralharia, até aos dias de hoje: Peças pré-fabricadas que se montam como se um “lego” se tratasse.



